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O Ciência Suja traz histórias de fraudes científicas que geraram grandes prejuízos para a sociedade e mostra como a própria ciência resolveu essas situações. O projeto é fruto da parceria entre a produtora audiovisual NAV Reportagens, dos jornalistas Felipe Barbosa e Pedro Belo, e os jornalistas especializados na área de saúde e divulgação científica Theo Ruprecht e Thaís Manarini, que fez parte da equipe até a terceira temporada. Hoje também fazem parte do time a produtora Chloé Pinheiro e a apresentadora Meghie Rodrigues. O podcast conta com o apoio do Instituto Serrapilheira. Acesse o nosso site www.cienciasuja.com.br para saber mais sobre o projeto e fazer parte do nosso programa de financiamento coletivo.
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Thursday Oct 09, 2025
Ciência fora de jogo
Thursday Oct 09, 2025
Thursday Oct 09, 2025
O esporte profissional, ao contrário do que se imagina, está repleto de deturpações na ciência. Da controvérsia envolvendo a participação de atletas trans ao uso de isotônicos, faltam evidências e sobram achismos e preconceito.
Neste episódio, o Ciência Suja revela como o esporte profissional é permeado por interesses que, muitas vezes, não se alinham com as pesquisas (e mesmo com valores olímpicos).
O Ciência Suja tem apoio do Instituto Serrapilheira, que fomenta a ciência e a divulgação científica no Brasil.
Para participar do financiamento coletivo do Ciência Suja e conferir o material complementar do episódio, acesse o nosso site: www.cienciasuja.com.br
Siga o Ciência Suja também nas redes sociais. Estamos no Instagram, TikTok, Twitter, Facebook e BlueSky. Você também pode ouvir os episódios no YouTube.

Thursday Sep 25, 2025
Vale tudo pelos data centers?
Thursday Sep 25, 2025
Thursday Sep 25, 2025
Data centers de hiperescala são megaestruturas, às vezes maiores do que um Maracanã, que processam dados da internet e de recursos de inteligência artificial. Mas esses empreendimentos geram um enorme impacto energético, ambiental e social — principalmente quando pensados às pressas.
Neste episódio, mostramos como os data centers podem afetar cidades do Brasil, que segue sem uma regulação própria para o assunto. Uma dessas instalações, a ser implantada em Sergipe, promete consumir mais energia do que todo o estado.
Também abordamos quais os caminhos para manter a internet funcionando, sem acabar com o meio ambiente.
Esse episódio faz parte da nossa chamada de episódios para a COP30. Ele foi produzido pela repórter Ana Paula Rocha.
O Ciência Suja tem apoio do Instituto Serrapilheira, que fomenta a ciência e a divulgação científica no Brasil.
Para participar do financiamento coletivo do Ciência Suja, acesse o nosso site: www.cienciasuja.com.br
Materiais que podem interessar:
Relatório do Lapin sobre IA, data centers e justiça socioambiental: https://lapin.org.br/wp-content/uploads/2025/08/INTELIGENCIA-ARTIFICIAL-E-DATA-CENTERS-A-EXPANSAO-CORPORATIVA-EM-TENSAO-COM-A-JUSTICA-SOCIOAMBIENTAL-1-3.pdf
Policy paper do IP.rec sobre IA, data centers e danos ambientais: https://ip.rec.br/wp-content/uploads/2025/05/Policy-Paper-Data-Centers.pdf
Série “A Boiada da IA”, do Intercept Brasil: https://www.intercept.com.br/especiais/a-boiada-da-ia/

Thursday Sep 11, 2025
Mesacast | A febre das canetas emagrecedoras
Thursday Sep 11, 2025
Thursday Sep 11, 2025
Para a versão em vídeo, acesse o nosso canal no YouTube: https://youtu.be/2dSbARUCij0
A ciência por trás dos novos medicamentos para emagrecer — as populares canetas emagrecedoras — não é frágil. Ozempic, Wegovy, Mounjaro e outros que estão por vir têm demonstrado uma redução de peso corporal média significativa.
A controvérsia está na forma como esses medicamentos estão sendo usados, e mesmo propagandeados como uma revolução.
Neste episódio, a endocrinologista Maria Edna de Melo (Sbem) e o advogado Matheus Falcão (Cepedisa/USP) traçam o verdadeiro cenário da obesidade, e o hype sobre essas canetas. Eles também abordarão tráfico e contrabando e versões manipuladas que põem em risco o usuário. E você verá ainda uma análise da equipe do NetLab sobre produtos vendidos nas redes sociais que aproveitam essa onda das canetas.
Abaixo, a nota da Novo Nordisk sobre questões que apresentamos, que também pode ser encontrada no nosso site (www.cienciasuja.com.br):
Foi mencionado um trabalho apoiado pela Fundação Novo Nordisk para atualizar/criar uma nova versão da NOVA, a classificação de alimentos ultraprocessados, sem que seus autores aceitassem isso. Qual o interesse da Fundação Novo Nordisk, ou da Novo Nordisk em si, em apoiar esse tipo de estudo, considerando o impacto de ultraprocessados na obesidade?
A Novo Nordisk S/A é uma empresa global de saúde focada em tratamentos para diabetes, obesidade e outras doenças crônicas graves. Atua como companhia de capital aberto, desenvolvendo e comercializando produtos e serviços farmacêuticos. Já a Fundação Novo Nordisk é uma organização dinamarquesa que apoia causas científicas, humanitárias e sociais por meio de concessão de bolsas e financiamentos. A Fundação detém participação acionária controladora na Novo Nordisk S/A, mas opera de forma independente para promover pesquisa e inovação. A Novo Nordisk esclarece que patrocínios e decisões tomadas pela Fundação Novo Nordisk são completamente independentes da empresa Novo Nordisk, pois se tratam de duas entidades e organizações distintas. A Novo Nordisk Brasil não representa nem fala em nome da Fundação Novo Nordisk. Para qualquer dúvida relacionada à Fundação Novo Nordisk, favor direcionar suas perguntas diretamente à própria fundação.
Um dos entrevistados menciona a suspensão, em 2023, da Novo Nordisk de uma associação empresarial de empresas farmacêuticas por suposto marketing inadequado. Isso entra em um contexto de fala que mostrava como poucas empresas controlavam boa parte do mercado das "canetas emagrecedoras". Há algo a dizer sobre isso?
A Novo Nordisk pauta sua atuação pela ética e pelo estrito cumprimento dos rigorosos parâmetros regulatórios e legais que regem a indústria farmacêutica nos mais de 170 países onde opera. No Brasil, atuamos em total conformidade com as diretrizes da Anvisa, Interfarma e Sindusfarma, organizações que regulamentam o setor localmente. Nosso relacionamento com médicos e especialistas da saúde tem como único objetivo a atualização científica e a educação pautada na ciência, visando sempre o aprimoramento profissional que, em última instância, beneficia o tratamento e influencia na qualidade de vida dos pacientes.
Também é mencionada a disputa para a recomposição do prazo da patente da semaglutida, e do eventual impacto disso no maior acesso a esse medicamento. O que a Novo Nordisk tem a dizer sobre o tema?
A proteção patentária é, de fato, o pilar que sustenta a inovação em saúde. O que a Novo Nordisk e outros setores inovadores do país defendem é a segurança jurídica para que possam usufruir do direito de exploração exclusivo, conforme assegurado por lei. A patente da semaglutida, por exemplo, levou 13 anos para ser concedida pelo INPI, o que na prática reduziu o período de exclusividade para apenas 7 dos 20 anos previstos em lei. A ação judicial que movemos busca um remédio para essa demora excessiva e injustificada do órgão administrativo, um mecanismo de ajuste de prazo (PTA) que é prática padrão em diversos países, inclusive na América Latina, para incentivar a inovação. Sem essa previsibilidade, empresas inovadoras podem ser desencorajadas a priorizar o Brasil para novos investimentos e lançamentos.

Thursday Aug 28, 2025
Covid: crime sem castigo
Thursday Aug 28, 2025
Thursday Aug 28, 2025
Cinco anos após a pandemia, a crise de confiança nas vacinas segue a toda, a desinformação científica se profissionalizou ainda mais e políticos por trás de crimes de saúde pública não foram responsabilizados… O que realmente aprendemos com a covid-19, e onde estamos ficando para trás?
Neste episódio, resgatamos esse momento trágico para verificar se, em caso de uma nova pandemia, estaríamos mais — ou até menos — preparados.
O Ciência Suja tem o apoio do Instituto Serrapilheira, que fomenta a ciência e a divulgação científica no Brasil. Os episódios saem a cada duas semanas, às quintas-feiras.
O podcast também é parceiro do NetLab, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, na discussão sobre desinformação científica na internet.
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Mais informações sobre o podcast no nosso site: www.cienciasuja.com.br
Tuesday Aug 19, 2025
Estamos de volta
Tuesday Aug 19, 2025
Tuesday Aug 19, 2025
O Ciência Suja deixa o formato de temporadas para publicar quinzenalmente seus episódios — sem paradas! Porque sujeira na ciência tem o ano todo.
O Ciência Suja tem apoio do Instituto Serrapilheira

Thursday Jan 23, 2025
A nova cara dos anabolizantes
Thursday Jan 23, 2025
Thursday Jan 23, 2025
Chip da beleza, modulação hormonal, hormonologia… Nos últimos anos, um monte de expressões vendedoras foram usadas para maquiar a prescrição de anabolizantes para fins questionáveis. E isso com base em deturpações da ciência.
Nesta investigação, mostramos como atuam os médicos e as empresas que lucram com essa repaginação dos anabolizantes, que se expandiram do mercado underground para clínicas luxuosas e para o universo das redes sociais.
No www.cienciasuja.com.br, você encontra a transcrição completa do áudio de resposta do presidente da Blackskull.
Lá você também terá mais informações sobre o podcast e para se tornar apoiador do projeto. A sua ajuda faz a diferença!
Este episódio foi apoiado pelo Pulitzer Center. O Ciência Suja também é financiado pelo Instituto Serrapilheira.
Reportagem “A febre dos hormônios”, da Veja Saúde, que também faz parte do projeto do Pulitzer Center: https://saude.abril.com.br/medicina/a-febre-dos-hormonios-cresce-uso-indevido-de-testosterona-e-companhia/
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Thursday Dec 19, 2024
MESACAST - O chip da beleza
Thursday Dec 19, 2024
Thursday Dec 19, 2024
O nome é interessante, mas que fique claro: o chip da beleza (ou chip da saúde, como tem picareta dizendo) é só mais um jeito de aplicar anabolizantes no corpo, com riscos consideráveis – e, muitas vezes, sem o conhecimento dos pacientes.
Neste episódio, Bruno Gualano (Centro de Medicina do Estilo de Vida, da USP) e Maria Edna de Melo (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia) mostram como “bombólogos” usam argumentos pseudocientíficos para indicar esse produto a quase qualquer pessoa. Está cansado? Chip nela! Não está com o corpo dos sonhos? Chip! O desejo sexual diminuiu um pouco? Chip!
Esse mesacast é um prelúdio do episódio especial que faremos sobre anabolizantes, que tem o apoio do Pulitzer Center. Fique de olho que ele irá ao ar em janeiro de 2025!
O Ciência Suja é apoiado pelo Instituto Serrapilheira, que promove a ciência e a divulgação científica do Brasil.
SORTEIO: no dia 20/12, faremos um sorteio com quatro livros para apoiadores das categorias a partir de “Caçador/a de picareta”. Fique de olho nas redes sociais e no e-mail!
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Thursday Dec 05, 2024
As redes da discórdia
Thursday Dec 05, 2024
Thursday Dec 05, 2024
As redes sociais e as plataformas digitais são um terreno fértil para a circulação da desinformação e do conspiracionismo. Mais do que deixarem esse tipo de conteúdo correr solto, elas lucram com isso.
Neste episódio, você vai entender como as redes funcionam, e de que maneira desinformadores profissionais as usam para benefício próprio.
Este episódio é parte do trabalho de conclusão de curso do nosso produtor Pedro Belo, na Especialização em Jornalismo Científico do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), da Unicamp.
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Thursday Nov 21, 2024
Plastificados pelo sistema
Thursday Nov 21, 2024
Thursday Nov 21, 2024
A poluição plástica já é tida pela ONU como a segunda maior ameaça ambiental ao planeta, fica atrás só da emergência climática. Ué, mas não se ouve que plástico é reciclável, e tudo mais? Então, na verdade, não mais do que 9% dos plásticos são reciclados – até porque é mais fácil e barato fazer plástico virgem.
Pior: há mais de 50 anos, petroquímicas já sabiam que não seria fácil lidar com o lixo plástico, e que a reciclagem não daria conta do recado. E ainda assim elas promoveram essa ideia para fazer a gente continuar consumindo sem culpa diferentes coisas com esse material.
Neste episódio, revelaremos o ciclo inteiro do plástico, da extração do petróleo – a matéria-prima desse material – até o despejo no meio ambiente. Será que novas tecnologias vão ajudar? Ou no momento elas só estão tirando o foco de uma mudança necessária na forma de consumo de plástico? Ou as duas coisas?
Este episódio teve o apoio da ONG ACT - Promoção da Saúde, que atua em políticas públicas de saúde, especialmente nas áreas de alimentação, tabagismo e controle do álcool.
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Thursday Nov 07, 2024
Fórmulas mágicas da infância
Thursday Nov 07, 2024
Thursday Nov 07, 2024
Corte na língua do recém-nascido para melhorar a amamentação, colar de âmbar que afasta a dor de dente, treinamento de sono em bebês pequenos, uso abusivo de fórmulas infantis… A infância está rodeada de más práticas ligadas a deturpações na ciência.
Neste episódio, você vai entender como o mito da mãe perfeita, interesses econômicos gigantescos e o próprio puerpério estão sabotando os cuidados com as crianças.
O Ciência Suja tem o apoio do Instituto Serrapilheira.
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Abaixo, as respostas da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e da Nestlé sobre nossos questionamentos. Caso você não consiga ler no seu tocador por limite de caracteres, as notas de esclarecimento estarão disponíveis também no nosso site (www.cienciasuja.com.br) :
Nota de esclarecimento da SBP
Em resposta aos questionamentos apresentados, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) vem manifestar publicamente sua veemente desaprovação a quaisquer insinuações (consideradas injustas e ofensivas) de falta de isenção por parte desta entidade e de seus associados na defesa dos interesses das crianças e dos adolescentes do País, em especial no que se refere ao aleitamento materno.
Ao longo de sua história centenária, a SBP e os pediatras têm se dedicado à produção de conhecimento científico, à capacitação de profissionais e à formulação de políticas públicas com foco no fortalecimento da assistência pediátrica de forma ética e integral.
Nesse processo, a SBP, como entidade democrática, sempre se pautou pelo estímulo ao diálogo com seus associados e outras instituições para encontrar as melhores soluções para problemas que afetam profissionais e pacientes. O aleitamento materno é cláusula pétrea da SBP, cuja prática individual e política pública, tem sido estimulada por meio de inúmeras medidas. A produção de documentos; a realização de campanhas, cursos e treinamentos; o apoio à instituição de um mês dedicado especialmente ao tema (Agosto Dourado); a luta pela ampliação da licença-maternidade e paternidade; e o reconhecido empenho em favor desse tema testemunham o compromisso desta entidade com a amamentação.
Além disso, reitere-se, ainda, que o apoio de empresas às atividades da SBP, quando ocorre, tem sido feito mediante contratos nos quais constam garantia de prévia validação de conteúdos e de total autonomia da entidade e de seus especialistas associados. Essas ações de caráter institucional estão vinculadas estritamente à manutenção de projetos de educação continuada, relevantes para o aperfeiçoamento de pediatras, ancorados nas mais recentes evidências científicas.
Diante do exposto, a SBP reafirma seus compromissos de conformidade com a ética e a ciência, reitera seu estímulo incondicional e apoio integral ao aleitamento materno e se mantem fiel aos seus princípios que tem como fim a defesa do bem-estar, da saúde e da vida das crianças e adolescentes brasileiros.
Não há outra instituição que se aprofunde nesse mister com a isenção e a abrangência da Sociedade Brasileira de Pediatria e todas as suas Filiadas.
POSICIONAMENTO DA NESTLÉ
A Nestlé apoia, de maneira irrestrita, as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que preconizam que o leite materno é a melhor fonte de nutrição e deve ser exclusivo até os seis meses de idade e continuado, junto com a introdução de alimentos adequados, até os 2 anos ou mais. A empresa atua em conformidade com a regulamentação do tema em todos os países em que opera. No Brasil, a ANVISA define que fórmulas infantis são os produtos usados como substitutos do leite materno na impossibilidade do aleitamento , conforme orientação de profissionais de saúde .
A empresa reconhece a importância dos profissionais da área de pediatria por seu papel essencial nos cuidados durante a infância e adolescência e na orientação aos pais por meio de informação qualificada. Por isso, a companhia incentiva a atualização profissional, respeitando as premissas legais e éticas inerentes a esta relação e atendendo a todas as regulamentações vigentes. Em todas as suas comunicações com profissionais de saúde, a Nestlé sempre destaca que o leite materno é a melhor opção para a alimentação de bebês.
A Nestlé foi a primeira empresa a aplicar o código da OMS sobre a comercialização responsável de substitutos do leite materno em todos os seus negócios no mundo e foi pioneira também na adoção de parâmetros mais rigorosos para divulgar seus produtos ao público infantil. Toda a comunicação é voltada aos pais, a quem cabe a decisão de compra.
